Temporada 2016-2017

 


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Etapa 01 | 09 / 10 / 2016 | Hong Kong (China)

HONG KONG CENTRAL HARBOURFRONT CIRCUIT | Extensão: 1860 m

Análise da Corrida: 

Nelsinho manteve a ponta na largada, seguido por Turvey e Bird. Atrás, problemas para di Grassi e Daniel Abt, que se envolveram em toques. O brasileiro, mesmo com a asa dianteira danificada, mantinha-se na disputa.

Enquanto isso, Turvey sofria grande pressão de Bird e Buemi na defesa da segunda posição. Na sexta volta, o piloto da DS Virgin superou o compatriota para assumir a vice-liderança da prova. Pouco depois, o atual campeão da categoria também ultrapassou Turvey, que caiu para quarto.

Na oitava volta, di Grassi entrou nos boxes para trocar a asa dianteira danificada após receber a ordem da direção de prova. Com isso, o atual vice-campeão viu a corrida se complicar.

Sete voltas depois, Felix Rosenqvist, um dos estreantes da categoria na terceira temporada da F-E, rodou e bateu na barreira de proteção, danificando o aerofólio traseiro. O sueco foi obrigado a entrar nos boxes para trocar de carro.

Na 17ª volta, atrapalhado pelo acidente de Jose Maria Lopez – outro estreante em Hong Kong – logo à frente, Nelsinho acabou parando na barreira de proteção e perdeu posições para Bird e Buemi. Sem danos, o brasileiro voltou para a disputa, que foi interrompida com a intervenção do Safety Car.

Ainda com o carro de segurança na pista, alguns pilotos fizeram a troca de carro – entre eles, Buemi. Na abertura da 22ª volta, a relargada foi dada e Nelsinho imediatamente entrou nos boxes para trocar de carro, enquanto Bird seguia na pista e na liderança da prova.

Com toda a confusão, quem se deu bem foi di Grassi, que figurava na oitava posição e era o primeiro entre os que já haviam feito a troca de carro, com Buemi logo atrás. Instantes depois, entretanto, o suíço superou o brasileiro e se tornou o virtual líder da prova, o que se concretizou após todos os pilotos trocarem de carro.

Bird, um dos últimos a trocar de carro, teve problemas durante a troca e perdeu muito tempo. Lá na frente, Buemi seguia liderando, com di Grassi seguindo o rival de perto em um primeiro momento, mas depois o melhor ritmo do carro da e.Dams permitiu ao suíço construir uma vantagem confortável para seguir sem dificuldades até a linha de chegada.

Di Grassi conseguiu minimizar o prejuízo da classificação e terminou em segundo, com Heidfeld completando o pódio. Após liderar no início de prova, Nelsinho recebeu a bandeirada na 11ª posição.

Retirado de: http://br.motorsport.com/formula-e/


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Etapa 02 | 12 / 11 / 2016 | Marrakesh (Marrocos)

Circuit International Automobile Moulay El Hassan |  Extensão: 2970m

Análise da Corrida:

Punido com problemas no extintor, Buemi caiu para sétimo no grid, permitindo a Nelsinho Piquet largar em terceiro. Rosenqvist partiu tranquilo e largou bem, chegando à curva 1 com tranquilidade, seguido por Bird, Nelsinho, Vergne e Abt.

Já di Grassi, preso no meio do pelotão, teve de atuar com mais cautela para sobreviver em meio a disputas acirradas e na quarta volta ocupava o 11º posto. No giro seguinte, o piloto da ABT Audi superou Robin Frijns e entrou na zona de pontuação.

Enquanto isso, Rosenqvist seguia tranquilo na liderança e Piquet, que inicialmente pressionava bastante Bird, ficou para trás e passou a ser bastante pressionado por Vergne na luta para defender o terceiro lugar.

Buemi, por sua vez, seguia ganhando posições e, na sétima volta, deixou Abt para trás para assumir a quinta posição. Na abertura da nona volta, Vergne colocou por dentro na curva 1 e se colocou na terceira posição, relegando Piquet ao quarto posto.

Na 11ª volta, Buemi também superou Nelsinho. No giro seguinte, enquanto o carro de Antonio Felix da Costa ficava parado no meio da pista, Vergne se aproximava perigosamente de Bird na batalha pela segunda posição, com Buemi tentando se juntar à dupla. Na volta 15, repetindo a mesma manobra executada em cima de Piquet, Vergne deixou Bird para trás e se colocou em segundo.

No 16º giro, Rosenqvist, Vergne e Nelsinho foram ao box para a troca de carro, enquanto Buemi superava Bird e assumia provisoriamente a liderança. A troca de carro de Piquet foi muito lenta e o brasileiro saía dos boxes quando Buemi e Bird chegavam ao pitlane.

Após as trocas de carro, Rosenqvist seguia na liderança, com Vergne em segundo e Buemi em terceiro. Di Grassi ocupava a sétima posição, colado em Abt. Piquet, com a troca ruim, despencou para a 18ª posição. Na 23ª volta, Vergne foi punido com um drive through por excesso de velocidade no pitlane e deu adeus à briga pela vitória.

Após pagar a punição, Vergne retornou à pista em quinto, logo atrás de Nicolas Prost. Lá na frente, Buemi apertava o ritmo e, com mais bateria, aproximava-se perigosamente de Rosenqvist. Na 27ª volta, Buemi supera o sueco por fora para assumir a liderança.

A duas voltas do final da prova, Bird também superou Rosenqvist e subiu para segundo. Não havia tempo, entretanto, para disputar a primeira posição com Buemi, que seguiu tranquilo para a vitória. Bird foi o segundo e Rosenqvist completou o pódio. Di Grassi recuperou-se até o quinto lugar e Piquet, sofrendo as consequências da troca de carro, terminou em 16º.

Retirado de: http://br.motorsport.com/formula-e/


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Etapa 03 | 18 / 02 / 2017  | Buenos Aires (Argentina)

CIRCUITO DE PUERTO MADERO |  Extensão: 2479 m

Análise da Corrida: 

O suíço Sebastien Buemi continuou com seu domínio da temporada 2016-17. O atual campeão da Fórmula E confirmou um inédito ‘hat-trick’ neste sábado (18) em Buenos Aires, vencendo três provas em três disputadas.

Buemi saiu de terceiro, mas logo partiu para o ataque. Lucas que já havia perdido a liderança para Vergne, acabou sendo ultrapassado também pelo suíço. Na sexta volta, Buemi assumiu a liderança com uma bela manobra em cima de  Jean-Eric Vergne. Deste momento em diante, o suíço passeou nas ruas de Puerto Madero e garantiu sua nona vitória na Fórmula E, disparando na liderança.

O início de corrida de Lucas não foi bom mesmo. O brasileiro também perdeu o terceiro posto para Oliver Turvey, companheiro de Nelsinho. Nelsinho Piquet, ao contrário de Turvey, nitidamente fazia uma corrida estratégica visando poupar bateria. Nas duas primeiras provas da temporada já foi possível perceber que a NEXTEV não tem um carro bem equilibrado no quesito energia. A estratégia de Piquet foi a mais correta. Ele acabou sendo ultrapassado por Prost, mas resistiu aos ataques da Mahindra de Rosenqvist. Assim, ele economizou energia na medida certa e parou junto aos demais carros nos boxes. Turvey acabou parando uma volta antes, o que o fez cair para sexto lugar. Para piorar, o desempenho do segundo carro de Turvey foi ruim e ele acabou perdendo muitas posições. O inglês terminou em nono lugar, conquistando dois pontos.

A troca de carros foi um momento chave. Nelsinho, Lucas e Prost ultrapassaram Turvey. Porém, houve um momento tenso. Ao ver que seria ultrapassado por Nelsinho, Lucas saiu dos boxes num movimento rápido e que quase causou uma colisão entre ambos.  Lucas di Grassi ficou sob investigação após a prova pelos comissários da FIA após essa possível saída insegura dos boxes. Após o retorno para a pista, Lucas seguiu em quarto após a troca de carro, ganhando a posição de Turvey, mas perdendo um lugar para Nicolas Prost, que foi para terceiro. Audaz e arrojado, Lucas di Grassi passou por Prost poucas voltas depois do pit stop para voltar ao terceiro posto. Lucas segue em segundo no campeonato e vivo na briga pelo título da temporada.

Destaque à parte: Jose Maria Lopez após problemas no treino, largou de traz e fez várias batalhas por posições. Em especial, encarou os carros da Dragon e Jaguar com muita força. O argentino levantou a torcida e ainda chegou em décimo conquistando um ponto para a Virgin.

A próxima etapa da Fórmula E acontece no México do dia 1º de abril. Até lá!

Por Renata Correia e Lívia Castrioto – EQUIPE EPRIX NEWS


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Etapa 04 | 01 / 04 / 2017 | Cidade do México (México)

CIRCUITO HERMANOS RODRIGUEZ |  Extensão: 2092 m

Análise da Corrida:

A corrida do México foi, de fato, bem agitada… Logo antes da largada, Abt , D’Ambrosio, Sarrazin foram punidos. Buemi sobe pra P7. Já os brasileiros Lucas di Grassi e Nelsinho sobem para  p15 e 16, respectivamente.

Na Largada, Turvey mantém a ponta, enquanto José Maria Lopez mantém a P2. Nenhum incidente na primeira curva. Di Grassi pula para a p14, mas é tocado por Sarrazin, ficando com asa traseira de seu carro avariada.

Já na volta 2, Da Costa passa reto e cai da p6 para a p13.

Safety car na volta 3. Lucas vai pros boxes trocar a asa. Prost também é chamado aos boxes, mas não entra. A equipe trabalha bem e Lucas di Grassi não perde a volta.

Relargada na volta 5: Buemi passa Rosenqvist na luta pela p6.

Triste fim para o aniversariante…  Turvey fica parado, na volta 13, e vai sendo ultrapassado. Precisa reiniciar o carro. Pechito Lopéz assume a liderança.  O problema de Turvey causa a entrada do Safety Car na pista. O inglês abandona a prova na volta 17.

Lucas volta aos boxes durante Safety Car, arrisca tudo e troca de carro.

A corrida reiniciada é na volta 19, sem intercorrências. Na volta 25, Vergne entra nos boxes, Piquet também, assim como Gutiérrez e Carroll. Nelsinho com problemas nos boxes, perdeu muito tempo: cerca de 13 segundos.

Na volta 26, todos os demais pilotos param nos boxes, exceto Prost e Duval. Buemi se enrolou na saída e caiu para a p10.

Duval para na pista sem bateria na volta 27, causando bandeira amarela localizada. Na volta 28, Lucas di Grassi lidera, mas tem 30% a menos de bateria que os demais pelo fato de ter arriscado e trocado de carro tão cedo. Buemi reclama do carro com sua equipe. O final de semana foi bem complicado para ele.

Safety Car retorna à pista na volta 29. Lucas salva bateria em função das entradas de tantos safety car. Além disso, D’Ambrósio (que fez a mesma estratégia dele, a essa altura segurava um pelotão). A diferença de porcentagem de bateria (de Lucas) é de cerca de 20% em relação aos demais. Após a relargada, Di Grassi mantém a liderança, sendo seguido de D’Ambrosio e Pechito Lopez.

Na volta 33, Da Costa lento, é ultrapassado por Sam Bird. O carro do inglês apagou, ficando parado na pista. Logo, em seguida, na volta 34, Frijns é punido por sair dos boxes antes do tempo mínimo. Lopez e Buemi rodam. Nelsinho sobe pra p11 no meio de toda essa confusão.

A diferença de bateria de Di Grassi para Vergne (p3) cai para 12%. Lucas vai abrindo enquanto D’Ambrosio ta segurando o pelotão! Na volta 42, Vergne passa por D’Ambrosio e tenta atacar Lucas. Tarde demais. Di Grassi já tinha aberto 5 segundos. Mais confusão: toque entre carros da Mahindra! Di Grassi abre última volta com 5% de bateria… Vitória nas mãos do brasileiro que, com o péssimo desempenho de Buemi, volta com força total para a briga do campeonato. Nelsinho Piquet conseguiu o nono lugar.

 

Por Lívia Castrioto – EQUIPE EPRIX NEWS


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Etapa 05 | 13 / 05 / 2017 | Mônaco (Mônaco)

CIRCUITO DE MONACO |  Extensão: 1760 m

Análise da Corrida:

Buemi largou na pole, seguido de Di Grassi e Piquet. A largada foi limpa, destaque para Nick Heidfeld passando por fora e ganhando três posições. Na volta número 8, Sam Bird toca o muro, consegue evitar contato com os adversários e acaba indo para os boxes. Perde duas voltas e retorna pra pista no exato momento em que seu companheiro de equipe Jose Maria Lopez também toca o muro e também vai aos boxes. Não foi um bom dia para a equipe Virgin.

Vergne pressiona Piquet, tenta ultrapassar de qualquer jeito, mas Piquet resiste. Engel na sexta posição é pressionado por Rosenqvist. Buemi, Sarrazin e Di Grassi ganham o fanboost.

Buemi segue abrindo para Di Grassi, que também abre para Piquet. Vergne segue pressionando o brasileiro. Na volta 21 o acidente mais polêmico da prova. Vergne coloca para passar por fora na curva, Piquet se defende e os dois se tocam. Incidente de corrida, ou Piquet forçou demais a defesa? Pior para Vergne que abandona a prova

Buemi abre para Di Grassi que abre para Piquet, que é pressionado por Vergne na volta 18.

Volta 21:  Vergne força e toca com Nelsinho. Pior para Vergne. Safety car na pista. Nelsinho perde a p3 para Heidfeld. Lance polêmico, incidente de corrida. Ou Nelsinho forçou a barra na defensiva? Heidfeld se aproveita da batida entre os dois e ultrapassa Piquet Jr. pela terceira posição.

Pilotos aproveitam a entrada do Safety Car para trocar de carro. Na saída a ordem permanece: Buemi, Di Grassi, Heidfeld, Piquet e Engel. A corrida recomeça na volta 26 sem intercorrências. Na volta 29, o carro de D’Ambrosio apaga e ele para na pista, mas consegue resetar antes  de atrapalhar a corrida.

Ritmo de Nelsinho Piquet é lento, o brasileiro ainda sofre com ritmo de corrida. Engel pressiona o brasileiro, mas é pressionado por Rosenqvist enquanto Abt vai se aproximando desse trenzinho. Carro de Loic Duval nos boxes, também apagando sozinho. Também não foi um dia bom para a Faraday Future.

No final da prova, Lucas Di Grassi pressiona Buemi, se aproxima do suíço, mas não consegue a ultrapassagem. Eles fazem a última volta colados, mas o brasileiro não arrisca e a prova termina com a vitória do francês, que abre mais em relação ao brasileiro no campeonato.

Por Lívia Castrioto – Equipe EPRIX NEWS


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Etapa 06 | 20 / 05 / 2017 | Paris (França)

CIRCUIT DES INVALIDES |  Extensão: 1930 m

Análise da Corrida:

O suíço Sebastien Buemi venceu o ePrix de Paris e viu o brasileiro Lucas Di Grassi se distanciar dele na tabela do campeonato. Lucas enfrentou uma série de problemas na corrida e terminou batendo ao tentar o ponto de volta mais rápida. Nelsinho Piquet conseguiu fazer boa prova de recuperação dentro das limitações do carro e da pista sem pontos de ultrapassagem, terminando na sétima colocação.

A largada do ePrix de Paris foi limpa, Vergne tentou fazer ultrapassagem por fora, mas não conseguiu e Buemi sustentou a ponta. Nelsinho Piquet largou na décima primeira colocação e caiu duas posições na largada, bem como Lucas di Grassi que caiu de décimo terceiro para décimo quinto. Destaque para Daniel Abt, ganhando mais de cinco posições na largada.

A corrida seguiu sem intercorrências, com Buemi abrindo vantagem para Vergne, enquanto o pelotão do quinto ao último colocado seguia colado, sem ninguém conseguir fazer ultrapassagens. Di Grassi lutava tentando ultrapassar o estreante da Venturi, Tom Dillmann. Na Volta de número 15, Piquet dá um leve toque no muro e perde algumas posições, em seguida é Di Grassi que também escorrega e perde a posição para Antonio Felix da Costa. A transmissão anuncia que Buemi, Di Grassi e Abt ganharam o fanboost.

Di Grassi tenta recuperar a posição de Da Costa, mas o português fecha a porta. Na volta seguinte, em lance polêmico lembrando o de Piquet e Vergne em Mônaco, Lucas passa, mas Da Costa não deixa espaço e eles se tocam. Di Grassi vai aos pits com bandeira amarela em toda a pista enquanto Da Costa abandona a prova. Os pilotos aproveitam as voltas em amarela para fazer a troca de carro, mesmo ainda restando mais de 30 voltas para o final. Apenas Conway fica na pista e apesar de liderar na relargada na volta 24, logo precisa parar e cai para última posição, perdendo uma volta. Após a parada de Conway, Buemi lidera seguido de Vergne e Pechito Lopez, com Di Grassi na nona colocação.

Lucas Di Grassi usa seu fanboost para ultrapassar Prost pela oitava colocação. Em seguida é anunciado que o brasileiro e Adam Carroll seriam punidos com um pit stop pois levaram menos tempo que o permitido nos boxes durante a parada para troca de carro. Após cumprir a punição, o brasileiro cai para a décima sexta colocação, uma volta atrás dos demais. Ele então vai aos pits para a equipe ajustar o carro com setup de classificação, para que ele tente a volta mais rápida.

Jean Eric Vergne bate sozinho no muro. Ao que pareceu, algo quebrou no carro do francês que vinha na segunda colocação. Safety Car entrou na pista e a relargada aconteceu na volta 38, após a retirada do carro do francês da Techeetah.

Daniel Abt usa o fanboost para ultrapassar Prost pela sexta colocação. Lucas Di Grassi consegue a volta mais rápida, mas é superado em seguida por Sam Bird. Nelsinho Piquet tenta sem sucesso ultrapassar Tom Dillmann, mas é pressionado por Evans e Sarrazin. É anunciada punição de acréscimo de cinco segundos no tempo final para Gutiérrez e Frijns por exceder a velocidade durante a bandeira amarela em toda a pista. Nelsinho passa Dillmann pela nona colocação. Lucas Di Grassi tentava mais uma vez fazer a volta rápida, bate e provoca safety car restando duas voltas para o fim.

A corrida termina em safety car e a emoção ficou por conta de Daniel Abt, que vinha pela sexta posição e na última curva o carro apagou. Como estava em Safety Car os carros que vinham atrás não podiam ultrapassar até que ele parasse. Com isso os cinco primeiros abriram mais de trinta segundos pros demais e ficou barato para Frijns, sexto colocado que não perdeu posições com a punição. Gutiérrez cruzou a linha em sétimo, porém caiu para a décima segunda colocação com a punição. Nelsinho Piquet cruzou em oitavo, mas herdou a sétima posição do mexicano.


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Etapa 07 | 10 / 06 / 2017 | Berlim (Alemanha)

KARL MARX ALEE CIRCUIT |  Extensão: 2030 m

Análise da Corrida:

Felix Rosenqvist, em sua primeira temporada,  já tinha conseguido um pódio na Fórmula E – um terceiro lugar no ePrix de Marrakesh. Neste sábado (10), entretanto, a sueco Rosenqvist conquistou sua primeira vitória na categoria ao triunfar na rodada de número 1 em Berlim. Além disso, o companheiro do sueco, Nick Heidfeld conseguiu seu terceiro pódio consecutivo ao chegar em terceiro lugar na corrida deste sábado. O resultado da corrida aliado ao desempenho do treino livre confirmam a evolução notória da equipe Mahindra.

O argentino Jose Maria López, que completava a primeira fila ao lado de Lucas di Grassi, largou extremamente mal. Aproveitando-se disso, os pilotos da Mahindra avançaram para a segunda e terceira posições. Rosenqvist, que largou em terceiro, foi o piloto da Mahindra que pulou para segundo na largada. Logo, ele se colocou atrás de Lucas di Grassi. O bravo piloto sueco atacou o brasileiro no final do primeiro stint ao final da reta dos boxes. Após a troca de carros, Rosenqvist conseguiu voltar na frente de Lucas, mantendo-se na ponta até a bandeirada. De qualquer modo, Lucas di Grassi voltou perto de Rosenqvist e tentou atacar, mas perdeu rendimento e nem com o FanBoost conseguiu superar o sueco da Mahindra. Ao final da corrida, Lucas declarou que o carro apresentou problemas de aquecimento da bateria, o que o atrapalhou na batalha pela vitória.

Di Grassi teve ainda conter os ataques, no final da prova, de Nick Heidfeld que completou o pódio. José María López, que largou em segundo, terminou em quarto. O líder do campeonato, o suíço Sébastien Buemi, fez uma fantástica corrida de recuperação.  Buemi largou em 14º lugar no grid de largada e realizou grandes ultrapassagens na corrida, cruzando a linha de chegada em sexto. No final da prova, Buemi travou um belo duelo com Vergne. No entanto,  Jean-Éric Vergne foi punido por ter sido liberado de forma perigosa dos boxes no momento da troca de carros. A penalidade  foi o acréscimo de cinco segundos no tempo de prova. Assim, Buemi subiu para o quinto lugar na corrida. Deste modo, o suiço conseguiu amenizar o prejuízo na tabela de pontuação do campeonato. Afinal, Buemi largou lá atrás e Lucas di Grassi ficou em segundo. Por sua vez, Vergne despencou para nono em virtude da punição.

Nelsinho Piquet teve uma participação discreta na prova, comprovando o que era esperado em função do desempenho da NEXTEV nos treinos. O companheiro do brasileiro, o inglês Oliver Turvey largou em sétimo, mas não conseguiu resistir às disputas da prova, perdeu posições e chegou em 11º lugar. Nelsinho, que largou em 13º, teve dificuldades no início ao perder posições e cair para 15º. Mas, antes da troca de carros, o brasileiro chegou a fazer bela ultrapassagem em Adam Carrol. Na segunda parte da prova, Piquet chegou a estar em 12º após ultrapassar Sarrazin. O brasileiro chegou a flertar com a 11ª posição ao se aproximar de Turvey. Mas, na volta final, no limite da bateria, foi superado por Sarrazin, terminando em 13º e fora da zona de pontuação.

Após a corrida, Buemi foi desclassificado em função de irregularidades na pressão dos pneus. Isso muda a situação do campeonato, dando chances para Lucas lutar fortemente pelo campeonato. Nelsinho Piquet, com isso, terminou a corrida em 12º.


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Etapa 08 | 11 / 06 / 2017 |Berlim (Alemanha)

KARL MARX ALEE CIRCUIT |  Extensão: 2030 m

Análise da Corrida:

Rosenqvist foi o cara do final de semana. E, na segunda corrida da rodada dupla,ele foi pole e fez uma bela corrida. O sueco manteve o controle da situação o tempo todo em cima de Buemi. Mas, uma falha infantil da equipe Mahindra custou a segunda vitória seguida para Felix Rosenqvist em Berlim. Neste domingo (11), a Mahindra liberou o sueco de forma perigosa dos boxes, na hora da troca de carros, quase causando uma grave colisão justamente com Nick Heidfeld, seu companheiro de equipe.

A largada foi mais agitada que a corrida de sábado. A turma de atrás foi trombando e espalhando pra todo lado na briga por posições. Rosenqvist largou muito bem, não dando chance para que Buemi o atacasse. Lopez e Bird tentaram pressionar Buemi. Mas, com poucas voltas, Buemi acelerou forte e passou a seguir de perto o líder Rosenqvist. Destaque para Heildfeld que pulou de último para 14º logo nas duas primeiras voltas, mostrando que a Mahindra tinha mesmo o melhor carro do fim de semana. O piloto alemão largou lá atrás em função de problemas no acelerador conforme informado por ele mesmo em entrevista antes da largada. Nelsinho Piquet ganhou três posições e passou a ocupar a 15ª posição.

De um modo geral, os pilotos e equipes ficaram todos preocupados em economizar bateria nas primeiras 26 voltas. Afinal, a corrida de hoje tinha duas voltas a mais que a de sábado. Logo, não houve muitas ultrapassagens e disputas nessa fase inicial da corrida. Dentre os primeiros colocados, Oliver Turvey, da NEXTEV não conseguiu manter a sua posição de largada. O inglês, que estava em sexto lugar, foi superado por Lucas di Grassi, Daniel Abt e Nicolas Prost. Na parte de trás, Heidfeld já estava em 12º em meio à disputas com Da Costa e D’Ambrósio.

Um momento muito importante foi a briga entre os dois pilotos da Virgin. “Pechito” Lopez não afinou e fechou Sam Bird que estava nitidamente mais rápido. Resultado: leve toque dos dois carros. Bird logo perdeu posições para Vergne, Lucas e Abt. Em seguida, Lopez também foi ultrapassado pelos mesmos rivais até porque o carro da Argentina foi afetado. O clima ficou desagradável entre ambos com a equipe como foi possível observar pelas reações nos boxes e nas conversas pelo rádio.

O momento da troca de carros chegou. Os pilotos da Virgin tiveram a chance de pegar os novos carros, o que daria chance de seguirem bem no restante da corrida. Mas, aí veio o momento crucial na corrida: a Mahindra errou nos boxes ao liberar de modo inseguro Rosenqvist para a pista quase causando uma batida entre o suiço e Heidfeld.

Nelsinho Piquet subiu para 12º após as trocas de carros, ganhando posições de Heidfeld, Dillmann e Sarrazin. No entanto, ele logo caiu para 13º, pois Heidfeld ultrapassou rapidamente Nelsinho. Na verdade, Heidfeld perdeu posições em função da confusão na Mahindra nos boxes. Nas primeiras posições, Lucas di Grassi fez uma fantástica ultrapassagem em cima de Vergne e, assim, assumiu a terceira posição. Posteriormente, Daniel Abt também conseguiu ultrapassar Vergne. O piloto da Techeetah acabou também não resistindo à pressão de “Pechito” Lopez, sendo ultrapassado pelo argentino. Mas, Vergne resistiu aos ataques finais de Sam Bird e garantiu a sexta posição.

De fato, o deslize da Mahindra nos boxes custou muito caro: a direção de prova puniu Rosenqvist com o acréscimo de dez segundos no tempo de volta do sueco, que cruzou a linha de chegada em primeiro. Porém, por conta disso, quem levou a vitória, foi Sébastien Buemi (a sexta do suíço em oito corridas realizadas). O mérito de Rosenqvist foi manter o domínio e a velocidade na corrida. Com isso, ele manteve uma diferença acima de 10s sobre Lucas di Grassi. Assim, mesmo punido, ele não perdeu a segunda colocação para o brasileiro.

Lucas di Grassi fez boa corrida mesmo sofrendo durante todo o final de semana com um ligamento rompido no tornozelo e acabou concluindo a prova em terceiro lugar, completando o pódio.

Heidfeld, apesar do problema nos boxes da Mahindra, seguia em 12º. O alemão ultrapassou o português Félix da Costa. No entanto, Heidfeld galgou até a décima colocação e galgou a zona de pontuação pois Jerome D’Ambrósio foi punido com um drive trough por ter excedido o tempo mínimo nos boxes. Da Costa e Nelsinho Piquet conseguiram ganhar a posição de D’Ambrósio também. Assim, o brasileiro da NEXTEV cruzou a linha de chegada em 12º. Considerando a limitação do carro da NEXTEV numa pista como o aeroporto de Berlim, até que Nelsinho Piquet conseguiu ganhar seis posições e se recuperar na corrida. Mas, o desempenho como um todo no final de semana foi ruim e o brasileiro viu Turvey (seu companheiro) pontuar nas duas corridas da rodada dupla.

Com os resultados deste domingo, Buemi segue na liderança do campeonato, chegando a 157 pontos. Di Grassi continua na vice-liderança, agora com 125 pontos.


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Etapa 09 | 15 / 07 / 2017 | Nova York (EUA)

BROOKLIN CIRCUIT |  Extensão: 1947 m

Análise da Corrida: 

Na largada Alex Lynn perdeu a ponta para Daniel Abt, enquanto que Nelsinho Piquet perdeu duas posições, caindo para nono e Lucas di Grassi manteve o décimo posto.

Nos primeiros giros, D’Ambrosio perdeu rendimento e facilitou a vida dos dois brasileiros, com ambos ganhando uma posição.

Enquanto isso, Sam Bird superou o companheiro de Virgin pela segunda posição.  A essa altura, a direção divulgou os contemplados com o FanBoost: Abt, Vergne e di Grassi.

Na 13ª volta, Piquet começou a perder rendimento e três giros após chegar à segunda posição, Bird ultrapassou Abt pela liderança.

Após a troca de carros, di Grassi voltou em sétimo, com Nelsinho em 17º. A liderança ainda pertencia a Bird, com Vergne em segundo, posição alcançada ainda antes da parada.

O brasileiro que briga pelo título superou Heidfeld e se aproximava de Rosenqvist na 25ª volta. Ao mesmo tempo, o pole, Alex Lynn, abandonou a corrida, trazendo a bandeira amarela por pouco tempo, sem a presença do Safety Car.

A briga entre di Grassi e Rosenqvist ficava cada vez mais quente e o sueco acabou perdendo a traseira do seu carro na 33ª volta, rodando e cedendo a posição ao paulistano. Pouco depois, Heidfeld perdeu ritmo e começou a ficar lento na pista, cedendo a quinta posição a di Grassi.

Como o carro do alemão parou na pista, o Safety Car acabou entrando nos giros finais.

No recomeço, não houve mudança na ponta. Na última, Abt ficou sem ritmo e di Grassi herdou o quarto posto.

No final, Bird confirmou o triunfo, Vergne foi o segundo e Sarrazin fechou o pódio. Nelsinho Piquet finalizou em 11º.

Com informações do site Motorsport.com


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Etapa 10 | 16 / 07 / 2017 | Nova York (EUA)

BROOKLIN CIRCUIT |  Extensão: 1947 m

Análise da Corrida:

 

Rosenqvist mergulhou na largada para assumir a liderança de Bird na primeira curva. O movimento provou que o lado da pole position no grid tinha menos aderência do que o segundo lugar, apesar de Bird estar na linha de corrida.

Daniel Abt e a má sorte continuam bons amigos. Seu carro parou e ele teve de ir aos pits para tentar resolver o problema. Jean-Eric Vergne e Maro Engel foram forçados a substituir peças danificadas nos toques em disputa, o que reduziu as chances de um bom resultado.

Mitch Evans teve problemas de gerenciamento de bateria depois de batalhas na quarta volta, o que casou uma bandeira amarela virtual.

Rosenqvist estava se defendendo fortemente de Sam Bird, mas o britânico forçou pesadamente na curva de seis, mergulhou e retomou a liderança. Bird então se afastou dos dois carros da Mahindra e criou um intervalo de dois segundos entre ele e Rosenqvist.

Após 15 voltas, Di Grassi fez boas ultrapassagens e chegou a quinta posição.

Alex Lynn parou na volta 20, causando uma bandeira amarela virtual. Como as equipes estavam lutando com gerenciamento de energia, elas resolveram arriscar (mesmo ainda não sendo o momento ideal da troca de carros) e efetuar as paradas nos pits.

Os pilotos de corrida de Mahindra usaram a bandeira amarela para tentar nos pits ganhar a posição de Bird. No entanto, a estratégia não funcionou, já que Bird ainda conseguiu retornar na liderança.

A Techeetah não entrou logo no começo da bandeira amarela e, isso, custou muito aos dois pilotos na corrida, pois caíram para 14º e 15º.

Todos os pilotos e equipes ficaram temerosos e tiveram que economizar muita bateria, pois a troca de carros ocorreu antes do esperado e a prova tinha três voltas a mais que a de sábado. Frijns (que estava lá atrás) foi o único na pista que não parou na bandeira amarela. O piloto da Andretti parou em bandeira verde no momento idealmente planejado. Ou seja, ele chegou a dar mais duas voltas na pista. Mas, como todos os pilotos pararam, Frijns perdeu muitas posições indo parar no final do pelotão. No entanto, no final, a atitude de Frijns iria se comprovar acertada.

Bird abriu uma diferença de dois segundos e meio para Rosenqvist e estava controlando a corrida tranquilamente.

Heidfeld ultrapassou Rosenqvist e começou a tentar se aproximar de Bird. Enquanto isso, Rosenqvist estava tendo um problema de gestão de energia, que fez com que o sueco tivesse que administrar bateria para chegar à bandeira quadriculada. Na verdade, a corrida ficou morna, pois todos os carros tiveram que economizar bateria. A NEXTEV estava novamente cheia de problemas. Turvey, que chegou a estar em quinto no início, a essa altura estava em 14º. Nelsinho também teve muitos problemas. Para piorar, o dia que já estava ruim, piorou quando o brasileiro sofreu um drive trough como penalidade. Isso fez com que Piquet caísse de 15º para 16º, mas uma volta atrás dos líderes. Que fase!

Os pilotos da Dragon Racing entraram em uma luta que custou ao time, pois permitiu que Antonio Felix da Costa, os alcançasse. Jerome D’Ambrosio passou por Loic Duval, que permitiu a da Costa colar na traseira do piloto francês. Da Costa, em seguida, atingiu Duval e recebeu uma penalidade para causar colisão.

Gasly , na última curva da corrida, arriscou e tentou ultrapassar os dois carros da Mahindra. Os carros da Mahindra estavam com pouca energia. Mas, o jovem Gasly acabou batendo no muro ao tentar ultrapassar Heidfeld. Contudo, o substituto de Buemi, conseguiu cruzar a linha de chegada mesmo com três rodas.

O final foi dramático com muitos carros praticamente parando sem energia. Frijns, que não havia parado na bandeira amarela, ainda tinha energia e subiu 15ª posição para a 9ª, conquistando dois pontos para a Andretti.

Mas, no fim de tudo, o grande vencedor foi Sam Bird que administrou bem a energia e terminou a prova com uma vantagem de dez segundos para os carros da Mahindra em Nova York.


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Etapa 11 | 29 / 07 / 2017 | Montreal (Canadá)

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Análise da Corrida:

Em uma corrida recheada de emoção, Lucas Di Grassi vence de ponta a ponta. Buemi faz corrida espetacular de recuperação e o brasileiro vai para a corrida final com a vantagem de seis pontos.

A prova começou com Lucas Di Grassi largando na pole e Buemi na decima segunda posição. Logo na largada o brasileiro manteve a liderança, enquanto que Buemi foi conservador, caiu para a p17 temendo danos ao carro com as disputas do meio do pelotão. Logo começou sua escalada, foi passando um a um, já estava na décima posição quando Heidfeld tenta ultrapassar Rosenqvist e leva a pior, trazendo bandeira amarela em toda a pista na volta de número 15. Di Grassi, Vergne e Buemi são os vencedores do fanboost.

A maioria dos pilotos decide entrar nos boxes para a troca de carro enquanto há bandeira amarela em todo o circuito. Daniel Abt e Buemi se estranham, o suíço sai na frente, mas diminui a velocidade e Abt acerta sua traseira, sem danos. Após todos pararem, Buemi aparece na oitava posição, com Abt na cola dele. Vergne ultrapassa Sarrazin pela segunda colocação na relargada e começa a imprimir um ritmo forte, tirando a diferença para Di Grassi. Buemi segue escalando o pelotão, ultrapassa Turvey e logo depois Evans. Buemi usa o fanboost na tentativa de se aproximar de Nicolas Prost, seu companheiro de equipe, mas não deu muito certo a estratégia.

Pechito Lopéz perde a traseira do carro, bate no muro e traz o safety car para a pista restando menos de 10 voltas para o final. A corrida recomeça na volta 28, Di Grassi usa o Fanboost para escapar de Vergne na relargada. Buemi ultrapassa Prost pela quinta colocação. Feliz Rosenqvist raspa no muro, fica com o carro desalinhado quando vinha pela quarta colocação. Logo é ultrapassado pelo pelotão. Buemi assume a quarta colocação, com Abt na cola dele. Buemi se aproxima de Sarrazin faltando duas voltas para o final, enquanto Vergne pressiona Di Grassi pela primeira colocação.

Na última volta eletrizante, Buemi ataca Sarrazin que se defende com unhas e dentes. Os dois batem roda curva a curva e Sarrazin consegue permanecer na terceira colocação. Vergne pressiona Di Grassi, que se mantem na frente até a linha de chegada.


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Etapa 12 | 30 / 07 / 2017 | Montreal (Canadá)

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Análise da Corrida:

Felix Rosenqvist largou na frente, segurou na largada, mas no final precisou economizar energia e foi ultrapassado por Vergne, que garantiu a primeira vitória da equipe Techeetah na Formula E. Lucas Di Grassi cruzou em sétimo, enquanto Sebastien Buemi apenas na décima primeira colocação.

Rosenqvist manteve a ponta na largada, enquanto no pelotão atrás, um incidente envolvendo varios carros deixou Buemi com uma parte do carro pendurada. A peça se soltou sozinha, mas a direção de prova já tinha chamado ele para os boxes, com isso ele caiu para a última posição. Veio voando, tentando se recuperar, mas levou mais de nove voltas para chegar no penúltimo colocado, seu companheiro Prost, que abriu para ele.

Di Grassi, Abt e Buemi ganham o fanboost para usar no segundo carro. Na volta 18 os primeiros pilotos decidem parar nos boxes. Piquet e Engel adiantam a parada, enquanto Rosenqvist e outros líderes optam por parar na volta seguinte. Vergne deixa para parar na volta 20, assim como Di Grassi, Abt, Lopez, Duval. Essa volta a mais fez a diferença para Vergne, uma vez que Rosenqvist precisou economizar bateria.

Na saída dos boxes, Di Grassi volta logo à frente de Piquet, que vinha mais rápido e tentou passar. Di Grassi não facilitou, os dois tocaram roda e Di Grassi prevaleceu na frente. Em seguida, passou Daniel Abt, deixando o companheiro entre ele e Piquet. Di Grassi já seria campeão na então oitava colocação, mas arriscou, ultrapassou ainda D’Ambrosio e Dillmann. Enquanto isso, Piquet parece ter levado a pior, só perde rendimento e despenca.

Nas voltas finais, Lucas Di Grassi pressiona Engel, que erra e é ultrapassado pelo brasileiro e por Abt. Vergne pressiona Rosenqvist, que visivelmente tem menos bateria e precisa tirar o pé, caso queria terminar a prova. Lopez chega em Rosenqvist, mas também com problemas de bateria, desiste de atacar o sueco. Buemi segue sua escalada, ultrapassando os adversários, mas não consegue nada além do décimo primeiro lugar. Abt ainda ultrapassa Di Grassi no final, mas nada que tire o título do brasileiro. Vitória de Jean Eric Vergne, a primeira do francês e a primeira da equipe chinesa Techeetah!